Governo zera imposto de importação de milho, carnes e farinha de trigo

Tarifa de importação de queijo muçarela voltou para 28%, depois de alíquota ter sido zerada em março

governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) informou nesta quarta-feira (11) que vai zerar ou reduzir o imposto importação de 11 produtos alimentícios e do setor de construção.

Os produtos são:

  • Carnes bovinas desossadas e congeladas – de 10,8% a 0%
  • Comestíveis de galos/galinhas, picados, miudezas e congelados – de 9% a 0%
  • Farinha de trigo – de 10,8% a 0%
  • Outros trigos e misturas de trigo com centeio – de 9% a 0%
  • Bolachas e biscoitos – de 16,2% a 0%
  • Produtos de padaria, pastelaria e seguro de biscoitos – de 16,2% a 0%
  • Fio-máquina de ferro ou aço – de 10,8% a 4%
  • Barras de ferro ou aço não ligado – de 10,8% a 4%
  • Ácido sulfúrico – de 3,6% a 0%
  • Mancozebe técnico (tipo de fungicida agrícola) – de 12,6% a 4%
  • Milho em grão – de 7,2% a 0%

As novas tarifas passam a valer nesta quinta-feira (12) e valem até 31 de dezembro deste ano.

De acordo com a secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia, Ana Paula Repeza, disse que os produtos escolhidos tiveram “grande alta de preço”, e que a redução nas tarifas visa conter a inflação.

Com a medida, a pasta espera um impacto de até R$ 700 milhões na arrecadação do governo neste ano.

“Trata-se de uma redução transversal dos impostos, já fizemos isso com a redução do IPI de 35% para quase todos os produtos. Passamos por momento de forte inflação, que tem poder nocivo para população. Buscamos fazer reduções ou zerar a alíquota de importação para aumentar a competitividade dos nossos produtos”, afirma Marcelo Guaranys, secretário-executivo do Ministério da Economia.

Queijo

Em março deste ano, o governo já havia zerado o imposto de importação de seis alimentos (óleo de soja, café, margarina, macarrão, queijo e açúcar).

Nesta quarta-feira, o queijo muçarela foi retirado da lista, depois de uma intensa mobilização do setor.

Com a decisão, volta a valer a tarifa de importação de 28%.

 

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